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5.15.2007

Novas funcionalidades

Criámos algumas novas atracções neste blog. Um inquérito (em baixo do lado direito), a contagem decrescente até às eleições (em baixo, junto às etiquetas), o rating (votação sobre o site) e o google map. Assim, pretendemos que se torne não apenas mais interessante, mas que sobretudo cative os visitantes.

Preferiamos que o interesse dele surgisse dos conteúdos que nos parecem interessantes e mobilizadores. Gostariamos de ter uma maior participação pública, mas ao fim de uma semana e meia os mais de mil visitantes já nos deixam satisfeitos.

O próximo passo será integrar links e soluções para quem está no limite da injustiça. Não vale a pena pôr aqui, mais uma vez, o sindicato ou qualquer outro organismo oficial. Surgiu a ideia de aconselhamento jurídico, mas ainda não temos capacidade, pelo que se houver visitantes que possam ajudar nessa tarefa, ficamos gratos. para já vamos continuar a melhorar esta plataforma de forma a conseguir que esta pequena união tenha força, quer na defesa dos nossos interesses, quer na denúncia das injustiças.

5.14.2007

O Sindicato

Num dos posts atrás colocados sobre o papel (ausente) do sindicato dos funcionários municipais houve um comentário anónimo cuja origem, provavelmente seria desse mesmo sindicato.
Dizia o seguinte: “Será que é importante para si que os trabalhadores não lutem contra a política do governo do Sócrates?Olhe que por este post parece..."

Este blog não pretende tomar partidos sobre a política de Sócrates ou das propostas da sua oposição.
O sindicato dos trabalhadores do Município de Lisboa deveria, antes de mais, zelar pelos funcionários da Câmara Municipal e antes das políticas de Sócrates estão as políticas de Carmona Rodrigues, Dias Baptista / Gaioso Ribeiro, Miguel Anacoreta Correia, Ruben de Carvalho e José Sá Fernandes. São estas que têm maior impacto nas nossas vidas. São estas que determinam o nosso futuro e das nossas famílias. São estas que estão directamente ligadas àquilo que é a nossa realização profissional, o uso das nossas capacidades intelectuais /profissionais.

Estas políticas - sendo assumidas assim ou disfarçadas com o nome de “medidas” – como a criação do quadro de pessoal privado da CML e a sua efectivação, as restrições de benefícios, as exclusividades deveriam mover o sindicato que também deveria mobilizar os funcionários.
Provavelmente a partidarização também ai já chegou... Mas causa-nos alguma confusão (não espanto) que neste tumulto todo, não haja uma palavra dessa entidade, sobre nós.