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5.16.2007

A Corrida

A corrida já começou e nós, por cá, aguardamos o início das discussões que se esperam acesas, entre os representantes dos partidos políticos que disputam o lugar máximo na CML. Apesar de ainda nem todos terem sido confirmados, o leque já está mais ou menos composto. São políticos, mais ou menos experientes, alguns do passado, outros, que pela primeira vez correm nesta maratona local.

Perguntas que inevitavelmente deixariamos aos candidatos:

- Qual a sua ideia sobre o sector empresarial local?

- Qual a sua ideia sobre o funcionamento dos serviços da CML?

- Que serviçosdevem ser remodelados e em que moldes?

- Face à crescente desconfiança - que gerou a sindicância - sobre os serviços de Reabilitação Urbana, Planeamento Urbanístico e Gestão Urbanística, o que pretende fazer?

- Face à questão das já conhecidas duplicações de avenças, horas extarordinárias falsas, acumulação de ordenados de funcionários da CML com avneças em empresas municipais, o que pretende fazer?

- Face a nomeações irregulares de autarcas para empresas municipais, de Cv's que não se adequam às funções em causa, de incapacidade de execução que administradores revelaram, o que pretende fazer?

- Como pretende distinguir avençados/prestadores de serviço que executam as suas funções como trabalhadores regulares da CML de avençados/prestadores de serviço que são invisíveis, e apenas receptores de euros extra no final do mês?

5.10.2007

O discurso eleitoral

Helena Roseta apresentou-se disponível para uma candidatura à esquerda, mas reunindo independentes. O seu discurso está inflamado da ideia chave da agonia que a cidade vive. è bem certa esta agonia a que se assiste. Mas é urgente que o debate político que começará muito em breve sobre a cidade não esqueça a câmara como instituição. Não pode ficar-se por uma abordagem leve às questões das empresas municipais, mas deve ter um plano estruturado com ideias sérias sobre uma verdadeira reorganização interna. Pretende-se que desta vez as ideias para a "empresa" CML vão para além das trocas de cadeiras entre dirigentes ou pequenos autarcas de cores políticas.
Deve haver meritocracia, deve haver respeito pelo trabalho e pelos anos de dedicação ao trabalho autárquico. Deve haver isenção na escolha dos "nomeados" para dirgirem as instituições dependentes da CML. deve haver uma avalição do trablho das administrações e das direcções anteriores.
As Direcções Municipais não podem, exclusivamente ser de confiança dos novos políticos eleitos. têm, antes de mais de mostrar insenção e credibilidade. Devem ser pessoas idóneas, sem ligações a empresas que possam ser benefciadas pelos novos lugares a ocupar. Devem ter um forte sentido de respnsabilidade e trabalhar para os objectivos que TÊM DE SER DEFINIDOS.
Devem ser diligentes e assegurar que é tempo de terminar com as situações de contratos falsos, partidários e camuflados.
É urgente que o debate eleitoral fale dos funcionários e das susas situações precárias. Daqueles que se arriscam a não receber ordenados e se eternizam em longos recibos verdes. É urgente que se fale com conhecimento de causa e não, da boca para fora.
Os políticos não PODEM SER APENAS COMENTADORES POLÍTICOS. Têm o dever e a responsabilidade (que os anos em que ocuparam o poder lhe deram) de assumir que houve opções melhores ou piores, mas que o estado de coisas - calamitoso - é da sua responsabilidade e que, são eles, com os funcionários, que devem procurar soluções conjuntas.